A alta nos preços dos combustíveis devido ao conflito em curso no Irã está levando famílias e indústrias em todo o mundo a reduzir o consumo de petróleo, com especialistas sugerindo que algumas mudanças podem perdurar. A Agência Internacional de Energia observou uma destruição da demanda, prevendo uma queda de 420.000 barris por dia este ano. A Ásia, a mais atingida pelas interrupções no fornecimento através do Estreito de Ormuz, está acelerando a transição para fontes renováveis e tecnologias elétricas.
Desde o início da guerra no Irã, no final de fevereiro, o preço médio da gasolina nos Estados Unidos subiu para acima de US$ 4,50 por galão. Isso representa um aumento de aproximadamente 40 por cento e levou os motoristas americanos a gastarem US$ 45 bilhões a mais com combustível em comparação ao ano anterior. Pesquisas indicam que 44 por cento dos adultos americanos reduziram o uso de veículos, optando pelo transporte público, caronas ou trabalho remoto. Padrões semelhantes aparecem em cidades de Cincinnati a Los Angeles, com o aumento do uso de bicicletas, patinetes e veículos elétricos.