O Departamento de Justiça dos EUA estaria abrindo uma investigação criminal para apurar se E. Jean Carroll cometeu perjúrio em seus processos civis contra o presidente Donald Trump. Carroll foi contemplada com um total de US$ 83,3 milhões em indenizações decorrentes dos processos.
A suposta investigação também examina uma organização sem fins lucrativos que forneceu financiamento para os esforços jurídicos de Carroll. Carroll, agora com 82 anos e residente no norte do estado de Nova York, acusou Trump pela primeira vez em 2019 de uma agressão sexual que, segundo ela, ocorreu 25 anos antes na Bergdorf Goodman. Um júri considerou anteriormente Trump responsável por difamação e por um grau menor de abuso sexual, concedendo a Carroll US$ 5 milhões inicialmente. Sua advogada, Roberta Kaplan, disse ao tribunal que o objetivo era dar dinheiro suficiente para fazê-lo parar, após o que o valor total subiu para US$ 83,3 milhões. Carroll discutiu planos para os fundos, incluindo doações para iniciativas de direitos reprodutivos das mulheres e direitos de voto. Ela ainda não recebeu o dinheiro, de acordo com o relatório.