A Autoridade de Receita do Quênia (KRA) tornou-se alvo de escrutínio parlamentar na quinta-feira devido à sua liberação de açúcar bruto importado que recebeu quase 3 bilhões de xelins quenianos em isenções fiscais.
O Comitê Departamental de Comércio da Assembleia Nacional questionou os funcionários da KRA sobre a remessa. A comissária de Alfândega e Controle de Fronteiras, Lilian Nyawanda, afirmou que o importador cumpriu todos os requisitos e pagou cerca de 500 milhões de xelins em impostos de importação.
Os legisladores levantaram preocupações sobre as isenções do Imposto sobre Valor Agregado, Imposto sobre Consumo, Taxa de Declaração de Importação, Taxa de Desenvolvimento Ferroviário, Taxa de Desenvolvimento do Açúcar e Taxa de Navegação Mercante. Essas isenções resultaram em uma perda estimada de 2,98 bilhões de xelins em receitas.
O comitê observou a falta de detalhes sobre o fabricante, data de fabricação e data de validade. Os documentos comerciais listavam um vendedor em Singapura, enquanto o certificado de origem indicava a África do Sul.
O presidente do comitê, Bernard Shinali, disse que as circunstâncias exigem uma investigação minuciosa. Ele acrescentou que as enormes perdas fiscais devem ser explicadas.