O presidente Cyril Ramaphosa afirmou que a repatriação e o novo sepultamento de 63 restos mortais de Khoi e San, perto de Steinkopf, no Cabo Setentrional, devolvem a dignidade àqueles que foram exumados de forma antiética e tratados como objetos científicos. A cerimônia ocorreu na segunda-feira, com restos mortais que anteriormente estavam no Museu de Glasgow, na Escócia, e na Cidade do Cabo.
Em uma cerimônia em Kinderlê, perto de Steinkopf, o presidente Cyril Ramaphosa proferiu o discurso principal sobre o novo sepultamento de 63 restos mortais de pessoas Khoi e San. Esses indivíduos foram exumados de forma antiética, tratados como objetos científicos e armazenados no Museu de Glasgow, na Escócia, bem como na Cidade do Cabo. Ramaphosa descreveu o evento como um retorno sagrado ao lar para a nação, enfatizando o reconhecimento de sua humanidade por meio de cerimônia e reverência. Uma referência de vídeo relacionada mencionou 58 restos mortais, mas o relatório principal especifica 63 sepultados novamente na segunda-feira, 23 de março de 2026. Em seu discurso, Ramaphosa destacou o esforço colaborativo envolvido. 'Este trabalho não pode ser feito apenas pelo governo; é por isso que estou muito satisfeito que tantos de vocês estejam aqui hoje para vir honrar aqueles que estamos sepultando novamente', disse ele. 'Isso requer parceria com líderes tradicionais, e é por isso que estou muito satisfeito por eles estarem aqui. Também requer parceria com comunidades e com acadêmicos, tanto aqui quanto no exterior. Reconhecemos que cada retorno é uma chegada ao lar, à medida que os restos mortais de nossos ancestrais são recebidos com cerimônia, com reverência e com o pleno reconhecimento de sua humanidade.' O presidente notou a presença de líderes tradicionais e membros da comunidade no evento.