Um juiz de São Francisco manteve uma decisão de arbitragem em favor da Tesla em uma disputa com uma ex-funcionária que alegou viés do árbitro. A funcionária afirmou que o árbitro mudou os padrões legais no meio do caso e favoreceu a empresa devido a atribuições repetidas. A decisão reforça a posição da Tesla nas reivindicações de difamação apresentadas pela ex-funcionária.
Em uma decisão recente, um juiz de São Francisco manteve a vitória da Tesla em uma disputa de arbitragem com uma ex-funcionária. A funcionária havia acusado o árbitro de viés, alegando especificamente que ele estava 'mudando as regras no meio do jogo' e favorecendo a Tesla após receber uma série de atribuições de arbitragem da montadora.
A arbitragem foi conduzida por Richard J. McAdams, um juiz aposentado do 6º Tribunal de Apelação Distrital que agora atua como árbitro da JAMS. Em 2021, McAdams decidiu que a Tesla não devia nada à ex-funcionária em relação às suas reivindicações de difamação.
A decisão do juiz de rejeitar a alegação de viés veio após a funcionária contestar o resultado da arbitragem, argumentando que o árbitro mudou os padrões legais durante os procedimentos. Isso manteve a posição da Tesla, rejeitando as alegações de imparcialidade.
William Moran II é mencionado em conexão com o caso, embora os detalhes sobre seu papel permaneçam parciais nos relatórios disponíveis. A decisão destaca as tensões contínuas em disputas trabalhistas envolvendo empresas de alto perfil como a Tesla, particularmente em torno de processos de arbitragem e conflitos de interesse percebidos.
Não foram fornecidos mais detalhes sobre a identidade da funcionária ou os detalhes específicos das reivindicações de difamação nas fontes, mas o caso destaca o escrutínio sobre a neutralidade dos árbitros em litígios corporativos.