Somos México aprova membros do seu conselho consultivo cidadão

O partido político Somos México apresentou os 100 membros do seu Conselho Consultivo Cidadão no sábado, 21 de fevereiro, durante a sua Assembleia Nacional Constitutiva. Este órgão avaliará as ações do partido após receber o reconhecimento do Instituto Nacional Eleitoral. Guadalupe Acosta Naranjo foi eleito líder do partido, com Cecilia Soto assumindo o cargo de secretária-geral.

O partido político Somos México, surgido dos protestos conhecidos como Marea Rosa para defender o Instituto Nacional Eleitoral e opor-se às reformas federais, anunciou a formação de um Conselho Consultivo Cidadão composto por 100 personalidades da vida política, ativistas, ministros aposentados do Supremo Tribunal de Justiça da Nação, artistas e atletas. Esta entidade fiscalizará as atividades do partido uma vez que receba o registo oficial do INE. Durante a Assembleia Nacional Constitutiva realizada em 21 de fevereiro, destacaram-se figuras como os ex-ministros Javier Laynez Potisek, Ana Margarita Ríos Farjat e José Ramón Cossío; ativistas Ceci Flores, Adrián LeBaron, Saskia Niño de Rivera e Israel Rivas; o ex-conselheiro do INE Lorenzo Córdova; bem como Gustavo Madero, María Amparo Casar, María Elena Morera, Miguel Alfonso Meza e Paco Calderón. No âmbito cultural, nomes como Joaquín Cosío e Claudia Julieta Ramírez foram mencionados, entre outros. Guadalupe Acosta Naranjo, ex-membro do extinto Partido da Revolução Democrática, foi nomeado líder do partido, com o objetivo de “resgatar a vida institucional do país” — resgatar a vida institucional do país —, segundo as suas declarações, face ao que descreveu como anos de “tenaz autoritarismo” — autoritarismo tenaz. Cecilia Soto, também do PRD, foi nomeada secretária-geral. Ambos os líderes tratarão do registo formal junto do INE. O evento contou com a presença de Santiago Taboada, do PAN, e Enrique de la Madrid, do PRI. Anteriormente, a 15 de fevereiro, o Somos México informou ter cumprido os requisitos do INE com 246 assembleias distritais e quase 300 mil filiações. Acosta Naranjo criticou a reforma eleitoral promovida por Claudia Sheinbaum e o Morena, chamando-a de regressiva e autoritária. “Vão por uma reforma constitucional em matéria eleitoral regressiva e autoritária, pretendem não largar o poder mesmo que percam a maioria eleitoral; não lho vamos permitir, a proposta de reforma deles é tão má que nem convence os seus aliados” — Eles vão por uma reforma constitucional eleitoral regressiva e autoritária, pretendem não largar o poder mesmo que percam a maioria eleitoral; não lho vamos permitir, a proposta de reforma deles é tão má que nem convence os seus aliados —, afirmou. Detalhes oficiais desta iniciativa e a sua possível aprovação são esperados na próxima semana.

Artigos relacionados

Dramatic illustration depicting political tensions within Morena over President Sheinbaum's electoral reform, showing heated debate among party leaders.
Imagem gerada por IA

Reforma eleitoral de Sheinbaum provoca tensões internas no Morena

Reportado por IA Imagem gerada por IA

A reforma eleitoral da presidente Claudia Sheinbaum avança sem um texto público, causando desacordos entre aliados como PVEM e PT, que resistem a cortes orçamentários e mudanças nos assentos plurinominais. Críticos como José Woldenberg alertam que ela poderia erodir a pluralidade política, enquanto o governo visa reduzir custos e aprofundar a democracia. A iniciativa será apresentada ao Congresso em fevereiro para aprovação em março.

Deputies from PAN and PRI in the Chamber of Deputies demanded dialogue tables with experts and civil society to discuss the electoral reform. Meanwhile, Morena's Ricardo Monreal conditioned its presentation on consensus with PT and PVEM. President Claudia Sheinbaum denied that the reform leads to authoritarianism and outlined its goals to strengthen democracy.

Reportado por IA

Legislators from PAN and PRI labeled the electoral reform proposed by President Claudia Sheinbaum as a 'Maduro Law', akin to Venezuela's, aimed at perpetuating power. They accuse Morena of seeking to control the INE and eliminate opponents. Senate President Laura Itzel Castillo defended the electoral body's autonomy.

A secretária do Interior, Rosa Icela Rodríguez, pediu apoio aos parlamentares do Partido do Trabalho e do Morena para reformas chave, incluindo o aperfeiçoamento do sistema eleitoral e a redução da jornada de trabalho para 40 horas. Em reuniões plenárias, ela enfatizou que a iniciativa eleitoral será nutrida pela voz do povo. Também foram discutidos desafios econômicos antes da revisão do T-MEC em 2026.

Reportado por IA

O coordenador do PVEM, Carlos Puente, assegurou que a aliança legislativa com Morena e o PT está 'mais forte do que nunca' em meio ao debate sobre a reforma eleitoral proposta pela presidente Claudia Sheinbaum. Apesar de relatos de desacordos com aliados, Puente rejeitou rumores de fratura e enfatizou a unidade rumo a 2027 e 2030. Sheinbaum defendeu os pilares de sua iniciativa, que incluem mudanças na eleição de plurinominais e cortes nos custos eleitorais.

President-elect José Antonio Kast is advancing preparations to unveil his cabinet on Tuesday, January 20, with uncertainties in key portfolios like Security and Defense, while facing party pressures for greater representation.

Reportado por IA

O Conselho Nacional Eleitoral (CNE) revogou o registro do Pacto Histórico para a Câmara de Representantes no Valle del Cauca, por exceder o limite de percentual de votos para alianças. Essa decisão cria incerteza antes das eleições legislativas de 8 de março em um reduto chave da esquerda. O Pacto pretende contestar a decisão por meios legais.

 

 

 

Este site usa cookies

Usamos cookies para análise para melhorar nosso site. Leia nossa política de privacidade para mais informações.
Recusar