Aproveitando uma free agency ativa e a troca por Michael Pittman Jr., o Pittsburgh Steelers adicionou uma classe de 10 jogadores no draft de 2026 para fortalecer seu elenco sob o comando do novo técnico Mike McCarthy. O repórter Mike DeFabo avalia que o time está mais forte no geral, embora ainda existam incertezas na linha ofensiva, na defesa e na posição de quarterback.
A offseason de 2026 dos Steelers, detalhada em coberturas anteriores sobre movimentos da free agency e reações de analistas, continuou com um sólido draft de 10 jogadores da NFL sob o comando do GM Omar Khan. Mike DeFabo, do The Athletic, escreveu em uma análise pós-draft na segunda-feira: “Após um esforço agressivo para contratar titulares para preencher lacunas, uma troca por Michael Pittman Jr. e um draft no qual várias necessidades imediatas foram atendidas, o elenco parece mais forte do que aquele que McCarthy assumiu”. As principais adições do draft visaram suprir lacunas no elenco: o OT Max Iheanachor na primeira rodada, o G Gennings Dunker na terceira, entre outros, complementando o IOL Brock Hoffman, contratado na free agency. A classe abordou a linha ofensiva e outras necessidades expostas na última temporada. DeFabo destaca três fatores de potencial máximo: a coesão da jovem linha ofensiva (com Iheanachor/Hoffman/Dunker), o impacto do esquema do novo coordenador defensivo Patrick Graham sobre os veteranos e o desempenho potencial de Aaron Rodgers, de 42 anos, no ataque familiar de McCarthy — caso ele assine. Rodgers foi adequado em 2025, mas precisa elevar seu nível para brigar por títulos. Os jogadores elogiam o estilo de jogo de Graham com base em seu histórico. Após um título da AFC North e uma participação nos playoffs, Pittsburgh entra em 2026 com flexibilidade salarial e ritmo positivo.