A Suprema Corte da Colômbia rejeitou o recurso de cassação do ex-diretor da Comfamiliar del Huila, Armando Ariza Quintero, confirmando sua condenação por fraude em reembolsos de saúde.
O tribunal superior rejeitou em 12 de julho de 2026 o último recurso apresentado pela defesa de Ariza Quintero. A decisão confirma uma pena de 137 meses de prisão por fraude processual e estelionato qualificado.
A sentença original foi proferida em 14 de abril de 2021 pelo Primeiro Tribunal Criminal de Circuito e confirmada em 18 de março de 2022 pelo Tribunal Superior de Neiva. O caso envolve reembolsos irregulares que totalizaram 4,797 bilhões de pesos entre 2010 e 2014, mediante a apresentação do medicamento Fanhdi como uma tecnologia não pertencente ao plano de saúde (NO-POS).
A defesa apresentou um mecanismo de insistência na semana passada perante a Procuradoria Delegada para Intervenção. Este processo suspende temporariamente o mandado de prisão enquanto é analisado.
A Corte manteve a ordem para investigar outros ex-funcionários da Comfamiliar e executivos da Distrimedical SAS, a fornecedora ligada ao esquema.