A administração Trump revelou detalhes das 'Contas Trump', que fornecem um investimento de US$ 1.000 para cada criança americana nascida entre 2025 e 2028. Pais e empregadores podem adicionar contribuições, com inputs dos empregadores isentos de impostos, para crescer os fundos por meio de investimento composto. O programa visa dar aos jovens americanos uma participação na economia em meio a custos crescentes.
A Lei da Grande e Bela Conta Única, apoiada pelo presidente Donald Trump e republicanos do Congresso, estabelece Contas Trump semeadas com US$ 1.000 para crianças nascidas de 1º de janeiro de 2025 a 31 de dezembro de 2028. Neste mês, o Departamento do Tesouro esclareceu os mecanismos, enfatizando o crescimento via contribuições de pais e empregadores. Contribuições dos empregadores são isentas de impostos para impulsionar a participação.
Uma análise financeira ilustra o potencial: para uma conta hipotética aberta em 2007, os US$ 1.000 iniciais intocados atingiriam US$ 5.907 aos 18 anos. Com adições anuais de US$ 2.500 do empregador —metade do máximo— cresceria para US$ 183.933. No máximo anual de US$ 5.000, o valor atinge US$ 361.959, destacando o poder do investimento composto, frequentemente comparado ao efeito bola de neve.
As contas investem em um fundo de índice de baixo custo que espelha o mercado de ações dos EUA, como o S&P 500, com dividendos reinvestidos. Aos 18 anos, os beneficiários podem retirar os fundos ou transferi-los para um IRA tradicional. O secretário do Tesouro Scott Bessent descreveu como 'um fundo de fideicomisso, uma parte da economia americana para cada criança que eles poderão sacar aos 18 anos, ou convertê-lo em um programa tipo IRA'.
O conceito surgiu com o CEO da Altimeter Capital Brad Gerstner, que propôs um estipêndio de nascimento de US$ 2.000 em 2021 que não foi adotado sob Biden, mas foi integrado à conta de Trump. O presidente Trump anunciou recentemente a doação de US$ 6,25 bilhões do bilionário Michael Dell para financiar contas para crianças com menos de 10 anos em áreas com renda familiar mediana abaixo de US$ 150.000. O Tesouro está envolvendo outros filantropos. O programa lança em 5 de julho de 2026, abordando preocupações de acessibilidade após aumento de 20% nos custos de bens na administração anterior.
Em 65 anos, contas semelhantes com contribuições máximas poderiam acumular quase US$ 45 milhões, apesar de reveses como a queda de 37% no crash de 2008. Como observou o investidor Warren Buffett, 'Apesar de algumas interrupções graves, o progresso econômico do nosso país tem sido de tirar o fôlego. Nossa conclusão inabalável: Nunca aposte contra a América.'