Uma mulher de 39 anos em Pennsboro, Virgínia Ocidental, enfrenta acusações de negligência infantil após seus filhos pequenos terem ligado para os serviços de emergência porque não conseguiam acordá-la. A polícia relatou que ela cheirava fortemente a álcool ao chegar, e a casa estava em condição preocupante. O incidente destaca vulnerabilidades na supervisão do bem-estar familiar.
Em 28 de fevereiro, a Polícia Estadual da Virgínia Ocidental respondeu a uma chamada para o 911 da casa de Delia Morlan em Pennsboro. O autor da chamada era um dos dois filhos de Morlan, de 4 e 6 anos, que informou ao despachante que não conseguia acordar a mãe. Serviços médicos de emergência e deputados do Escritório do Xerife do Condado de Ritchie também compareceram ao local, onde observaram a família vivendo em condições descritas pelas autoridades como preocupantes. Os policiais localizaram Morlan na residência e notaram um forte odor de álcool emanando dela. Em outro cômodo, um primeiro socorrista descobriu uma das crianças usando um balde para urinar, sublinhando os riscos imediatos ao bem-estar das crianças. Morlan foi detida no local. Registros judiciais indicam que ela foi acusada de duas contagens de negligência grosseira de uma criança, cada uma criando um risco substancial de morte ou lesões corporais graves. Além disso, ela enfrenta uma acusação separada de contravenção por se recusar a fornecer impressões digitais à aplicação da lei. Após a prisão, Morlan foi registrada na Cadeia Regional Norte-Central em Greenwood, com fianças fixadas em $25.000 pelas acusações de negligência e $500 pela violação relativa às impressões digitais. Ela permanece detida até as últimas informações. Uma audiência preliminar está agendada para 11 de março. As forças policiais ainda não divulgaram a colocação atual das crianças de Morlan, apesar de indagações de veículos de mídia. Este caso atrai atenção para instâncias em que crianças pequenas devem buscar ajuda de forma independente durante emergências parentais.