O ex-presidente José Luis Rodríguez Zapatero apareceu em 23 de julho de 2026 no programa Mañaneros 360, da TVE, para defender sua inocência no caso Plus Ultra. Ele negou ter exercido influência no resgate da companhia aérea e rejeitou outras acusações, incluindo a criação de empresas offshore ou o uso de suas filhas como laranjas. O PSOE mantém seu apoio, enquanto o PP considera suas explicações insuficientes.
Zapatero reiterou ao jornalista Javier Ruiz que não falou com ninguém na SEPI ou no governo sobre o resgate de 53 milhões de euros aprovado em março de 2021. Ele afirmou sua absoluta convicção de inocência e que não exerceu influência alguma.
Quanto às joias encontradas em seu escritório e avaliadas em 1,3 milhão de euros, o ex-presidente as descreveu como um presente de cortesia pessoal sem intenção patrimonial. Ele indicou que esclarecerá todos os detalhes perante o juiz José Luis Calama, da Audiencia Nacional.
O líder do PP, Alberto Núñez Feijóo, considerou que Zapatero não abordou as dúvidas e que suas declarações criaram mais problemas. Fontes do PSOE reiteraram o apoio à presunção de inocência e respeito ao processo judicial.