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Senado argentino adia debate sobre reforma trabalhista para fevereiro em meio a protestos da CGT
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Após atrasos anteriores na apresentação do projeto de Modernização Trabalhista do governo de Javier Milei ao Congresso, o oficialismo no Senado argentino conseguiu um relatório de comissão, mas adiou o debate em plenário para 10 de fevereiro de 2026, para incorporar mudanças propostas pela oposição e pela CGT, coincidindo com uma grande marcha antirreforma na Plaza de Mayo.
Após o atraso na apresentação do projeto de lei, o governo argentino insiste que sua reforma trabalhista não afetará direitos adquiridos, refutando acusações de engano da CGT sobre declarações do ministro Sturzenegger. Kirchneristas avançam com proposta rival no Senado enquanto sindicatos planejam marcha em 18 de dezembro.
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O governo argentino adiou o envio do projeto de reforma laboral ao Congresso devido à ausência do presidente Javier Milei e negociações de última hora com a CGT. A iniciativa pode ser discutida em comissões na próxima semana, mas a aprovação antes do fim do ano é improvável. O sindicato rejeita o projeto e pressiona por mudanças em pontos sensíveis.