Argentine deputies from La Libertad Avanza approve labor reform with 44 signatures after concessions, as opposition presents counter-proposal and CGT strike looms.
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Deputados aprovam parecer da reforma trabalhista após concessões do oficialismo

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Em uma sessão conjunta de comissões, o oficialismo de La Libertad Avanza garantiu o parecer majoritário para a reforma trabalhista com 44 assinaturas, após remover o controverso Artigo 44 sobre licenças por doença. A oposição, liderada por Unión por la Patria, apresentou uma contrarreforma propondo jornadas de trabalho mais curtas e ampliação de direitos dos trabalhadores. Enquanto isso, a CGT convocou uma greve nacional para 19 de fevereiro em oposição ao projeto.

A IV Câmara da Câmara Nacional de Apelações em Contencioso Administrativo Federal ordenou que o juiz do trabalho Alejandro Ojeda transfira o processo da reforma trabalhista dentro de 24 horas. A decisão visa resolver o conflito de competência e acelerar o recurso do governo contra a liminar da CGT. O episódio representa mais um revés para a confederação sindical.

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A Sala IV da Câmara de Apelações do Contencioso Administrativo Federal da Argentina decidiu que a contestação constitucional da Confederação Geral do Trabalho (CGT) contra a lei de reforma trabalhista 27.802 pertence à jurisdição administrativa, e não aos tribunais trabalhistas. Os juízes Rogelio Vicenti e Marcelo Duffy ficaram ao lado do governo nacional em uma vitória contra os esforços da confederação sindical para bloquear a reforma, contestada judicialmente pela primeira vez em março.

Javier Milei's government advances a moderate labor reform project, discussed in the Mayo Council and open to changes for Senate approval before year-end. The CGT delayed its decisions until Tuesday's official presentation and prepares an alternative proposal to promote youth employment. A poll shows 61% of the population supports a labor reform, though only 43% backs the official version.

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A nova liderança da CGT, encabeçada por um triunvirato, inicia uma semana de reuniões internas para definir sua posição sobre o projeto de reforma trabalhista impulsionado pelo governo de Javier Milei. Líderes como Octavio Argüello criticaram duramente a iniciativa, chamando-a de flexibilização que ataca os direitos dos trabalhadores. O governo defendeu o projeto, garantindo que ele não removerá direitos.

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