Direitos humanos

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Dramatic courtroom illustration of Claudio Crespo's acquittal in Gustavo Gatica blinding case, featuring judge's gavel, relieved officer, anguished victim, and protest backdrop.
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Tribunal absolve Claudio Crespo no caso Gustavo Gatica invocando lei Naín-Retamal

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O Quarto Tribunal Oral Criminal de Santiago absolveu por unanimidade o ex-carabineros Claudio Crespo pelas lesões que deixaram cego Gustavo Gatica durante os distúrbios sociais de 2019, invocando a lei Naín-Retamal para justificar legítima defesa. A decisão gerou críticas de partidos governistas como Frente Amplio e Partido Comunista contra o governo e Partido Socialista por apoiarem a lei, enquanto o presidente Gabriel Boric defendeu seu apoio sem intenção de impunidade. Gatica, agora deputado eleito, expressou insatisfação e considera apelações internacionais.

Em uma peça de opinião satírica, Salvador Camarena imagina uma conversa entre o especialista jurídico Arturo Medina e o ChatGPT, dissecando a responsabilização pelo descarrilamento do trem Interoceánico em 28 de dezembro de 2025, em Oaxaca, que matou 14 pessoas. Faz paralelo com a tragédia da Guardería ABC em 2010, criticando a tendência de culpar ex-presidentes em vez de autoridades atuais, como o secretário da Marinha responsável pelo projeto.

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A Personería de Cali concluiu um censo de 422 pessoas deslocadas de Buenos Aires, Cauca, devido à violência do conflito armado. Dentre elas, 136 são crianças e adolescentes, e 32 idosos que precisam de cuidados prioritários. As autoridades enfatizam a importância de respostas institucionais focadas em direitos humanos.

O Supremo Tribunal Federal (STF) reconheceu na quinta-feira (18) a existência de racismo estrutural no Brasil, alinhando o país a democracias como Canadá, África do Sul e Colômbia. A corte determinou medidas para enfrentar violações de direitos da população negra, mas divergiu sobre a omissão estatal sistemática. A decisão marca um avanço histórico, segundo especialistas.

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Um juiz federal em Campana declarou inválido o decreto presidencial que suspendia a Lei da Emergência em Deficiência e ordenou sua aplicação imediata em todo o país. A decisão rejeita os argumentos fiscais do governo e enfatiza a proteção de direitos vulneráveis. O Executivo anunciou que apelará da decisão.

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