COVID longo

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Illustration showing long COVID patients revitalized by fluvoxamine treatment in a clinical trial, with scientists and physician highlighting study results.
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Fluvoxamine eases severe fatigue in long COVID patients

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A study shows the antidepressant fluvoxamine reduces severe fatigue in long COVID patients. In a randomized trial of 399 adults, it was compared with metformin and placebo. Physician Judith Bruchfeld describes the findings as interesting.

Um grande ensaio randomizado liderado pelo Mass General Brigham concluiu que um curso de quatro semanas de vitamina D3 em dose alta, iniciado logo após um teste positivo para COVID-19, não reduziu a gravidade da doença aguda, visitas a serviços de saúde ou mortes, e não impediu a disseminação no agregado familiar. Mas numa análise limitada a participantes que tomaram consistentemente as pílulas atribuídas, os investigadores observaram uma pequena diferença, de significância estatística limite, nos sintomas persistentes reportados oito semanas após a infeção, uma descoberta que dizem merecer mais estudo.

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Novas sínteses de pesquisas sugerem que o COVID longo —tipicamente definido como sintomas que duram pelo menos dois meses após infecção por SARS-CoV-2 sem explicação alternativa— pode ser impulsionado por processos sobrepostos, incluindo persistência viral, inflamação crônica e pequenos coágulos sanguíneos. Cientistas dizem que ainda não há tratamentos aprovados baseados em evidências, embora estratégias de reabilitação e várias abordagens experimentais, incluindo metformina administrada cedo na infecção, estejam em estudo.

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