Polícia Militar
MPSP pede indenização de R$ 100 mil de coronel réu por morte de esposa PM
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O Ministério Público de São Paulo pediu que o tenente-coronel Geraldo Leite Rosa Neto, réu por feminicídio e fraude processual na morte da esposa Gisele Alves Santana, indenize a família dela em R$ 100 mil. A soldado de 32 anos foi encontrada baleada na cabeça em fevereiro, em apartamento no Brás, e o caso evoluiu de suicídio para homicídio após perícias.
A Justiça Militar de São Paulo recorreu ao Superior Tribunal de Justiça (STJ) para resolver um conflito de competência no caso do tenente-coronel Geraldo Leite Rosa Neto, suspeito de assassinar a esposa, cabo da PM Gisele Alves Santana. O tiro fatal ocorreu em 8 de fevereiro em um apartamento no Brás, zona leste de São Paulo. A medida visa evitar nulidades futuras no processo.
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Um vídeo divulgado pelo deputado Eduardo Suplicy (PT) mostra policiais militares imobilizando uma mulher na Avenida Paulista, em São Paulo, enquanto ela grita por socorro diante da filha. A Polícia Militar afirma que a mulher danificou uma porta de vidro e resistiu à abordagem após ameaçar funcionários. O caso gerou críticas nas redes sociais e foi registrado como ameaça e dano.
O tenente-coronel Geraldo Leite Rosa Neto, da Polícia Militar de São Paulo, foi alvo de investigação preliminar por suposta traição conjugal meses antes de ser preso acusado de feminicídio contra a esposa, a soldado Gisele Alves Santana. O caso, inicialmente tratado como suicídio, foi reclassificado com base em perícias que indicam homicídio. A mãe da vítima chamou o genro de 'monstro' e cobra justiça.
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Um homem de 32 anos morreu após ser baleado por um policial militar durante uma confusão em uma abordagem na zona leste de São Paulo. O incidente ocorreu na noite de sábado, na rua Alice Lins de Azevedo, no Itaim Paulista. Imagens de testemunhas mostram uma briga que escalou para o disparo fatal.