Paleontologia

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Mais de 700 fósseis da Biota de Jiangchuan, na província de Yunnan, sudoeste da China, datados de 554 a 539 milhões de anos atrás, no final do Ediacarano, incluem parentes primitivos de estrelas-do-mar, vermes-bolota, deuterostômios e outros bilatérios. Liderada pelo Dr. Gaorong Li, da Universidade de Yunnan, a descoberta — após quase uma década de trabalho de campo — desafia a ideia de repentinidade da explosão cambriana ao mostrar que diversas comunidades animais a precederam. Os resultados, publicados na Science (DOI: 10.1126/science.adu2291), apresentam películas carbonáceas excepcionalmente preservadas que revelam detalhes minuciosos, como sistemas digestivos.

Reportado por IA

Pesquisadores reexaminaram um esqueleto de elefante de presas retas de 125 mil anos encontrado na Alemanha em 1948, confirmando que os neandertais caçaram e esquartejaram o animal com uma lança de madeira alojada em suas costelas. As descobertas, detalhadas em um estudo recente da Scientific Reports, fornecem evidências vívidas das habilidades dos neandertais na caça de animais de grande porte. O elefante, um macho adulto com mais de 3,5 metros de altura, apresenta marcas de corte claras feitas por ferramentas de sílex.

Um fóssil de dinossauro recém-descoberto de 230 milhões de anos da Argentina sugere que a evolução dos pescoços longos em saurópodes começou muito antes do que se pensava anteriormente. Nomeado Huayracursor jaguensis, o espécime mostra sinais iniciais de alongamento do pescoço em um dinossauro pequeno e bípede. Essa descoberta desafia a ideia de uma transição gradual na evolução dos saurópodomorfos.

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