Starlink
A Comissão Federal de Comunicações dos EUA decidiu a favor da SpaceX, prometendo velocidades mais rápidas, custos menores e maior confiabilidade para o Starlink e outros serviços via satélite. A decisão proporciona um aumento de sete vezes na capacidade para provedores de internet via satélite.
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Em telhados de Havana, Matanzas e Santa Clara, cubanos com melhores condições financeiras estão instalando secretamente antenas da Starlink para acessar uma internet estável, contornando a proibição estatal e o monopólio da Etecsa. Profissionais como programadores dependem de equipamentos contrabandeados, alimentados por baterias solares em meio a apagões e conexões pouco confiáveis. Elon Musk confirmou em 16 de março que o serviço funciona em Cuba, embora não seja autorizado.
A Muon Space, uma startup sediada na Califórnia, anunciou uma parceria com a SpaceX para equipar seus satélites com terminais Starlink, permitindo links de dados de alta velocidade contínuos em órbita terrestre baixa. Isso marca o primeiro uso comercial do Starlink para conectividade em voo além da própria SpaceX. A integração visa reduzir drasticamente a latência de dados para missões como detecção de incêndios florestais.
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A SpaceX alcançou um marco significativo no domingo ao lançar seu 10.000º satélite Starlink durante uma missão Falcon 9 da Califórnia. A empresa implantou 28 satélites da Base da Força Espacial Vandenberg, elevando o total para 10.006 naves espaciais em órbita terrestre baixa. Isso ocorre em meio à rápida expansão da rede de banda larga, que agora atende mais de 7 milhões de assinantes em todo o mundo.