Conselheiro do TCE-RJ condenado a 13 anos por lavagem de dinheiro

José Gomes Graciosa, conselheiro do Tribunal de Contas do Estado do Rio de Janeiro, foi condenado a 13 anos de prisão por lavagem de dinheiro por meio de contas suíças. A decisão foi proferida pelo Tribunal Especial do Superior Tribunal de Justiça, por 7 a 4, embora ele ainda possa recorrer. Sua ex-esposa também foi condenada, mas a pena foi convertida em serviços comunitários.

José Gomes Graciosa, conselheiro do Tribunal de Contas do Estado do Rio de Janeiro (TCE-RJ), foi condenado a 13 anos de prisão e perda do cargo por lavagem de dinheiro. A decisão foi proferida em 4 de setembro pelo Tribunal Especial do Superior Tribunal de Justiça (STJ), aprovada por 7 a 4. Os efeitos não são imediatos e Graciosa pode recorrer. Ele foi preso em 2017 como parte da Operação Quinto do Ouro, um desdobramento da Lava Jato que revelou um esquema de corrupção no TCE-RJ. Ele está suspenso do cargo desde então. Sua ex-esposa, Flávia Lopes Segura, recebeu uma pena de 3 anos e 8 meses em regime aberto, convertida em serviços comunitários. Segundo o Ministério Público Federal, o casal mantinha duas contas na Suíça —uma em nome de Graciosa e outra por meio de uma entidade offshore— para ocultar recursos provenientes de propinas. O ministro Og Fernandes destacou em seu voto: “Os valores ocultados no exterior são direto desdobramento das vantagens indevidas arrecadadas no âmbito da organização criminosa”. O advogado Marcelo Leal, que representa o casal, contesta as acusações, alegando que a denúncia é genérica e que os procuradores não conseguiram provar a origem corrupta do dinheiro. Graciosa e outros quatro conselheiros do TCE-RJ enfrentam outro processo no STJ relacionado ao mesmo esquema, que está próximo de ser julgado.

Artículos relacionados

Dramatic illustration of ALERJ deputies voting 42-23 to release arrested president Rodrigo Bacellar, vote tally on screen.
Imagen generada por IA

Alerj votes to release deputy Bacellar and notifies STF

Reportado por IA Imagen generada por IA

The Rio de Janeiro Legislative Assembly (Alerj) voted to release its president, deputy Rodrigo Bacellar (União), arrested on Wednesday (3) for suspected leaking of a police operation. Of the 65 deputies who voted, 42 were in favor, exceeding the minimum of 36 required. The decision will be communicated to STF Justice Alexandre de Moraes, who may impose alternative measures to imprisonment.

La Corte Suprema de Justicia de Colombia dejó en firme una sentencia de once años de prisión contra Luis Javier Rojas Morera por lavado de activos, aunque lo absolvió de enriquecimiento ilícito. El caso se remonta a 2016, cuando fue capturado transportando 614 millones de pesos en un vehículo oficial del Senado. La decisión revivió la orden de captura para que cumpla su pena.

Reportado por IA

La Policía Federal realizó una operación el 19 de diciembre de 2025 contra los diputados federales Sóstenes Cavalcante y Carlos Jordy, del PL-RJ, por desvío de cuotas parlamentarias. Los agentes incautaron R$430.000 en efectivo en una propiedad vinculada a Sóstenes, líder del PL en la Cámara. El ministro del Supremo Flávio Dino autorizó registros y la quiebra del secreto bancario.

El Ministerio Público presentó una acusación formal contra la exalcaldesa de Maipú, Cathy Barriga, por cuatro delitos graves cometidos durante su gestión entre 2016 y 2021. La Fiscalía solicita penas que suman más de 23 años de presidio, además de multas e inhabilitación para cargos públicos. La investigación, que duró casi dos años, ahora pasa a juicio oral.

Reportado por IA

En un giro en la Cámara de Diputados, el mandato del diputado Glauber Braga (PSOL-RJ) fue suspendido por seis meses en lugar de ser revocado, el miércoles (10). La decisión siguió a la articulación del gobierno y aliados, que esperaban la pérdida total del cargo por agredir a un militante del MBL. El castigo evita la inhabilitación y fue aprobado por 318 a 141.

El Consejo Asesor de São Paulo se reunió el martes (6) y se opuso a abrir un proceso de impeachment contra el presidente Julio Casares. El órgano, compuesto por ex presidentes y consejeros, consideró que las acusaciones carecen de pruebas materiales contra la directiva. La decisión final recae en el Consejo Deliberativo, que tiene hasta el 6 de febrero para deliberar.

Reportado por IA

La policía federal realizó allanamientos contra la asesora parlamentaria Mariângela Fialek el viernes (12), investigando irregularidades en asignaciones de emendas. Legisladores de diversos espectros políticos se unieron para protegerla, temiendo revelaciones comprometedoras. El caso pone de manifiesto problemas estructurales en el sistema de emendas, ligado a figuras como Arthur Lira y Ciro Nogueira.

 

 

 

Este sitio web utiliza cookies

Utilizamos cookies para análisis con el fin de mejorar nuestro sitio. Lee nuestra política de privacidad para más información.
Rechazar