Nobel de Economia de 2025 elogia reformas de Milei na Argentina

O economista francês Philippe Aghion, vencedor do Prêmio Nobel de Economia de 2025, elogiou as reformas do governo de Javier Milei durante um discurso no Fórum Econômico Internacional da CAF no Panamá. Aghion destacou como essas políticas combatem a corrupção e a burocracia para promover a inovação e ajudar a Argentina a escapar da armadilha da renda média.

Philippe Aghion, economista francês nascido em 1956 e professor no Collège de France, INSEAD e London School of Economics, recebeu o Prêmio Nobel de Economia de 2025 ao lado de Peter Howitt e Joel Mokyr. Seu trabalho foca em como a inovação impulsiona o crescimento econômico por meio da 'destruição criativa', um conceito inspirado em Joseph Schumpeter que explica a substituição de tecnologias e empresas obsoletas por novas em um ambiente competitivo, permitindo a realocação de recursos para os inovadores e evitando estagnação como a armadilha da renda média.

Artigos relacionados

Javier Milei passionately defends trade openness at Davos WEF, with trade surplus graph and EU-Mercosur halt symbols in background.
Imagem gerada por IA

Javier Milei defende abertura comercial em Davos apesar da paralisação do acordo UE-Mercosul

Reportado por IA Imagem gerada por IA

O presidente argentino Javier Milei reafirmou no Fórum Econômico Mundial de Davos sua estratégia de abertura comercial estrutural, independentemente da paralisação judicial do acordo UE-Mercosul. Ele destacou um superávit comercial recorde de US$ 11.286 milhões em 2025 e criticou o socialismo em seu discurso. Críticos como Jorge Asís e Roberto Cachanosky questionaram a clareza e originalidade de sua intervenção.

O setor agroexportador argentino elogiou o progresso alcançado em 2025 sob o governo do presidente Javier Milei, destacando a estabilização macroeconômica, a previsibilidade nas taxas de câmbio e inflação, e as reduções nos direitos de exportação de grãos. Gustavo Idígoras, chefe da CIARA e CEC, previu uma política mais estável para 2026 beneficiando a agricultura. Essas medidas produziram sinais positivos em meio a um ano de mudanças intensas.

Reportado por IA

O presidente Javier Milei discursou no American Business Forum em Miami, agradecendo a Donald Trump, reafirmando sua direção econômica e prometendo construir maiorias para reformas. Ele criticou o comunismo e o 'risco kuka' enquanto comentava as eleições de Nova York. Recebeu a chave da cidade do prefeito Francis Suárez.

O presidente argentino Javier Milei planeja lançar uma aliança internacional de líderes de direita, apoiada por mais de dez países. Ele pretende convocar uma cúpula em Buenos Aires para enfrentar o socialismo do século XXI e a ideologia 'woke'. Essa iniciativa surge de sua oposição às ideologias progressistas.

Reportado por IA

Com base na reunião de gabinete de 22 de dezembro em Olivos, onde estas prioridades foram definidas, o governo de Javier Milei garante a aprovação do Orçamento de 2026 e promulga a Lei da Inocência Fiscal. Estes marcos asseguram a disciplina fiscal em meio às exigências do FMI, mas enfrentam críticas quanto aos impactos em grupos vulneráveis como os deficientes e trabalhadores públicos. Analistas elogiam os ganhos macroeconómicos, ao mesmo tempo que alertam para os custos sociais em 2026.

O círculo interno do governo se reuniu na segunda-feira com o ministro da Economia, Luis Caputo, na Casa Rosada, para revisar detalhes do Orçamento de 2026 e definir sua estratégia de aprovação no Congresso. A reunião, liderada por Karina Milei, incluiu figuras-chave como Martín Menem e Patricia Bullrich, embora o presidente Javier Milei não tenha participado. O foco foi no apoio legislativo e consensos com governadores aliados.

Reportado por IA

Na mais recente reação contra a reforma trabalhista do presidente Javier Milei — após a reação da CGT em dezembro e a marcha na Plaza de Mayo —, líderes sindicais se reuniram com o governador de Buenos Aires, Axel Kicillof, para expressar preocupações com perdas de empregos decorrentes do ajuste econômico e criticar o projeto como regressivo. O governo nacional minimizou a importância da reunião.

 

 

 

Este site usa cookies

Usamos cookies para análise para melhorar nosso site. Leia nossa política de privacidade para mais informações.
Recusar