Embora a nomeação de Andy Mothibi como Diretor Nacional de Processos Públicos (NDPP) tenha sido elogiada, comentadores como Rebecca Davis destacaram graves falhas no processo de seleção, levantando questões sobre a transparência nas nomeações públicas sul-africanas.
Após o anúncio do presidente Cyril Ramaphosa a 7 de janeiro de 2026, nomeando Andy Mothibi — atual chefe da Unidade Especial de Investigação (SIU) — como novo NDPP a partir de 1 de fevereiro (ver cobertura anterior), a decisão provocou reações mistas. O historial de Mothibi, incluindo as recuperações da SIU de R2,28 mil milhões em 2023/24, posiciona-o bem para o cargo face aos desafios da NPA, como as acusações de captura do Estado. nnNo entanto, persiste o escrutínio sobre o processo: um painel de dezembro de 2025 considerou nenhum dos seis candidatos curtoslisted adequado, retendo o seu relatório. Rebecca Davis observa que a nomeação redime um mecanismo defeituoso, mas sublinha problemas sistémicos de transparência. As reações variam — a OUTA acolhe a liderança de Mothibi, enquanto as preocupações incluem a sua idade (63) e o curto mandato até à reforma obrigatória aos 65. A Aliança Democrática alertou para atrasos. É necessária uma análise mais aprofundada dos procedimentos de nomeação para construir a confiança pública.