O Departamento de Agricultura do Cabo Oriental impôs uma restrição de 30 dias ao movimento de animais em toda a província, exceto para abate, após a confirmação de um caso de febre aftosa no Município Local de Amahlathi. Casos suspeitos também foram relatados em outras áreas, com as fazendas afetadas colocadas em quarentena.
O governo provincial do Cabo Oriental tomou medidas rápidas para conter a propagação da febre aftosa, restringindo todos os movimentos de animais dentro da província por 30 dias, com exceção daqueles destinados ao abate. Esta medida de precaução surge após um único caso confirmado no Município Local de Amahlathi.
O porta-voz do MEC da Agricultura, Atule Joka, confirmou o diagnóstico e mencionou casos suspeitos adicionais em Dutywa, Matatiele e no Município Local Winnie Madikizela-Mandela. 'Casos suspeitos que apresentam sintomas de Febre Aftosa também foram relatados em áreas como Dutywa, Matatiele e o Município Local Winnie Madikizela-Mandela', declarou Joka. As fazendas implicadas foram colocadas em quarentena para prevenir mais transmissões.
A febre aftosa representa uma ameaça significativa à saúde do gado e à economia agrícola. Uma campanha de vacinação relacionada para bovinos contra a doença foi mencionada nos esforços provinciais. A restrição visa conter eficazmente o surto durante este período.