Crescem as críticas a Samuel García após testes do monotrilho do metrô de Monterrey

O governo de Nuevo León iniciou os testes do monotrilho da Linha 6 do metrô de Monterrey em 29 de abril, gerando críticas nas redes sociais devido à sua baixa velocidade e questões de segurança. Usuários questionam o projeto prometido para a Copa do Mundo de 2026. Samuel García também enfrenta recordações de uma investigação sobre suposto desvio de recursos.

O monotrilho da Linha 6 do metrô de Monterrey entrou em fase de testes em 29 de abril de 2026, de acordo com vídeos divulgados pelo governo de Nuevo León. As imagens mostram um pequeno segmento a baixa velocidade, provocando indignação nas redes sociais.

Usuários expressaram ironia e preocupações com a segurança. Um deles escreveu: “¿Y para esto dejaron sin luz a medio Monterrey? No quiero imaginar lo que va a pasar si algún día ponen a jalar todo el tramo” [E por isso deixaram metade de Monterrey sem luz? Não quero imaginar o que vai acontecer se um dia colocarem todo o trecho para funcionar]. Outros comentaram: “Es como una entrega de Temu. Expectativa contra realidad” [É como uma entrega da Temu. Expectativa versus realidade] e “¡Está bien peligroso!” [Está muito perigoso!].

O projeto, cuja conclusão foi prometida antes da Copa do Mundo de 2026, pode transportar 720 passageiros a até 80 km/h, segundo dados oficiais. Nenhuma falha foi relatada nos testes iniciais, com planos para um serviço parcial em cinco estações durante o evento.

As críticas coincidem com lembretes de uma investigação da Fiscalía General de la República (FGR) sobre Samuel García. A FGR investiga lavagem de dinheiro e desvio de mais de 1 bilhão de pesos por meio da Firma Jurídica y Fiscal S.C., de sua família. Por exemplo, o governo pagou à Suministros MYR 964.789.526 pesos, que foram transferidos por meio de empresas como a Proveedor de Productos Mexicanos JACE para a firma familiar.

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