Defesa de Patricio Maturana solicita perdão especial ao Ministério da Justiça

A advogada Nubia Vivanco entrou com um pedido formal de perdão especial para o ex-capitão dos Carabineros Patricio Maturana junto ao Ministério da Justiça em 12 de março. Maturana está cumprindo uma sentença de 12 anos por coerção ilegal que causou ferimentos graves na senadora Fabiola Campillai. A solicitação ocorre em meio aos anúncios do presidente José Antonio Kast sobre perdões para funcionários uniformizados ligados ao surto social.

A advogada Nubia Vivanco, que defende Patricio Maturana desde que sua sentença foi confirmada, enviou um envelope com o pedido formal de indulto particular ao escritório de admissão do Ministério da Justiça em 12 de março. Maturana, ex-capitão dos Carabineros, está cumprindo uma pena de 12 anos de prisão efetiva na penitenciária de Molina por coação ilegal que causou ferimentos gravíssimos que cegaram a senadora Fabiola Campillai durante o surto social de 2019. Vivanco se concentrou na segurança prisional do ex-oficial e garantiu benefícios penitenciários da Gendarmería. No final de janeiro, Maturana recebeu a aprovação de licença de fim de semana por bom comportamento, sendo a primeira em 8 de fevereiro. Isso fez com que Campillai expressasse "dor e angústia" e criticasse o diretor da Gendarmería, Rubén Pérez, e o presidente Kast, a quem ela acusou de querer libertar seu agressor. Campillai entrou com uma ação no Tribunal de Garantia de San Bernardo para revogar o benefício, mas o juiz a rejeitou em 12 de março, um dia após a posse de Kast. Munido dessa decisão, Vivanco apresentou o pedido de perdão, incluindo-o como prova. "Para nós, a primeira prioridade sempre foi ter acesso à licença de fim de semana [...] acreditamos que isso é absolutamente justificável", disse Vivanco ao La Tercera. Naquela noite, Kast declarou em entrevistas na TV que seu governo usaria o indulto para o pessoal uniformizado preso por incidentes de surto social, incluindo o caso de Maturana, que ele visitou na prisão em março de 2025 durante a campanha e prometeu revisar o indulto. A Divisão de Reintegração Social do Ministério da Justiça processará a solicitação.

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