O Tribunal Superior do Cabo Ocidental concedeu alívio interino à LivPadel Knysna Hollow, interrompendo uma decisão municipal de fechar suas quadras de padel devido a queixas de ruído. A ordem suspende a execução até uma revisão completa, permitindo que a instalação reabra durante a alta temporada de férias. Este desenvolvimento ocorre em meio a pressões financeiras contínuas sobre o Município de Knysna.
A disputa começou após a LivPadel Knysna Hollow receber aprovação municipal para o desenvolvimento do local em dezembro de 2022 e planos de construção em janeiro de 2023. As quadras de padel operaram por vários meses antes de residentes próximos levantarem preocupações com ruído. Uma avaliação acústica independente encomendada pela empresa concluiu que os níveis de ruído não violavam as Regulamentações de Controle de Ruído do Cabo Ocidental durante o horário diurno. Apesar dessa conclusão, o problema escalou por meio de audiências municipais, um tribunal e uma apelação interna. Em 3 de dezembro de 2025, o prefeito de Knysna, Thando Matika, como autoridade de apelação, emitiu uma decisão proibindo o uso público das quadras com efeito imediato. Isso veio após um atraso de cerca de 110 dias, muito além do período de resposta de 21 dias exigido, resultando em um fechamento abrupto durante a movimentada temporada de férias. A LivPadel buscou alívio urgente no Tribunal Superior do Cabo Ocidental, que em 18 de dezembro ordenou a suspensão da implementação da decisão de apelação pendente um pedido de revisão. O tribunal especificou que os procedimentos devem ser iniciados em 60 dias e determinou que cada parte cubra seus próprios custos legais. O prefeito Matika recusou-se a comentar, citando o status sub judice. Como resultado, as quadras reabriram ao público na semana passada. A LivPadel declarou: «Em termos práticos, isso significa que a LivPadel Knysna pode retomar as operações públicas normais na mesma base que existia antes de 4 de dezembro», com reservas agora disponíveis novamente. A empresa enfatizou sua cooperação: «totalmente cooperativo com o Município de Knysna e o Tribunal Superior» e comprometeu-se a ser «vizinhos atenciosos e um contribuidor positivo para a comunidade de Knysna e a economia do turismo». A revisão abordará a legalidade da decisão municipal, contra o pano de fundo das restrições financeiras reconhecidas do Município de Knysna. Questões da comunidade surgiram sobre os custos dos processos legais prolongados. Na publicação, o município não havia respondido às consultas sobre a decisão.