O ministro do Trabalho da Colômbia, Antonio Sanguino, defendeu as reformas trabalhista e previdenciária do governo no XIX Congresso da Asofondos, representando o presidente Gustavo Petro. Ele pediu respeitosamente ao Tribunal Constitucional que avance na análise da reforma previdenciária suspensa. Ele destacou progressos preliminares apesar da suspensão.
Antonio Sanguino, ministro do Trabalho da Colômbia, discursou no XIX Congresso da Asofondos para destacar as reformas trabalhista e previdenciária como importantes conquistas sociais. Representando o presidente Gustavo Petro, ele enfatizou que a reforma trabalhista deslocou o debate público das discussões entre elites para a participação cidadã ativa.
"O país deixou de discutir esses assuntos apenas entre as elites. Hoje há uma cidadania mais ativa que influencia decisões fundamentais", afirmou Sanguino, atribuindo isso à aprovação da reforma no Congresso.
Sobre a reforma previdenciária, atualmente suspensa pelo Tribunal Constitucional, Sanguino pediu uma análise rápida para encerrar a incerteza. "Esta não é apenas uma mudança regulatória; é um passo decisivo para que a velhice digna deixe de ser um privilégio", disse. Ele observou que mais de 3,2 milhões de pessoas não possuem aposentadoria, com uma meta de 87% de cobertura até 2052 para 13,7 milhões de pessoas.
Apesar da suspensão, ele relatou mais de 217 mil solicitações de dupla consultoria e cerca de 170 mil transferências entre regimes. Ele alertou sobre pagamentos a mais de 25 mil pessoas sem transferências de recursos, situação que poderá ser resolvida após a implementação. Ele criticou as taxas de juros do Banco Central por prejudicarem o poder de compra dos trabalhadores e reafirmou o diálogo com o setor privado.