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Dramatic courtroom scene illustrating Colombia's State Council suspending $25 trillion pension fund transfer to Colpensiones, with symbolic money halt and concerned savers.
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Conselho de Estado suspende transferência parcial de 25 trilhões de pesos para a Colpensiones

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O Conselho de Estado da Colômbia suspendeu o Capítulo 5 do Decreto 415 de 2026, que ordenava às AFP a transferência imediata de 25 trilhões de pesos para a Colpensiones. A medida cautelar afeta as economias daqueles que mudaram de regime, mas ainda não cumpriram os requisitos para a aposentadoria. A Asofondos solicitou a extensão da suspensão para os 5 trilhões de pesos restantes.

O Tribunal Administrativo de Cundinamarca endossou a decisão do Consejo de Estado que suspende a transferência de recursos das administradoras privadas de pensões (AFPs) para a Colpensiones. A medida gerou críticas do presidente Gustavo Petro e do ministro do Trabalho, Antonio Sanguino. A Colpensiones declarou que os recursos pertencentes a 129.000 pessoas que mudaram de regime devem ser transferidos para cobrir o pagamento de pensões.

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Um tribunal de Bogotá admitiu uma ação coletiva em agosto de 2025 contra mais de 50 entidades financeiras por supostos danos causados por atrasos na aplicação da reforma tributária do 4x1000.

O ministro do Trabalho da Colômbia, Antonio Sanguino, defendeu as reformas trabalhista e previdenciária do governo no XIX Congresso da Asofondos, representando o presidente Gustavo Petro. Ele pediu respeitosamente ao Tribunal Constitucional que avance na análise da reforma previdenciária suspensa. Ele destacou progressos preliminares apesar da suspensão.

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O Conselho Nacional de Empresas da Colômbia alertou que o imposto de emergência sobre o patrimônio causa danos patrimoniais irreversíveis a milhares de empresas. A presidente Natalia Gutiérrez criticou os argumentos repetidos do governo, apesar de decisões judiciais anteriores. O grupo propôs a suspensão do decreto.

A Controladoria-Geral da Colômbia revelou lacunas regulatórias e fragilidades nas medidas cautelares impostas pela Superintendência de Subsídio Familiar (Supersubsidio) às Caixas de Compensação Familiar (CCF). O estudo analisou 24 intervenções entre 2019 e 2023, constatando que a maioria foi insatisfatória. A análise influenciou uma decisão do Tribunal Constitucional que determina a criação de um novo regime até 2027.

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A Federação Nacional de Comerciantes (Fenalco) anunciou que entrará com uma ação de nulidade contra o Decreto 234 de 2026, argumentando que o governo excedeu seus poderes regulatórios ao alterar as regras de negociação coletiva sem a aprovação do Congresso. O grupo também solicitou a suspensão provisória do decreto enquanto aguarda a resolução.

 

 

 

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