Courtroom photo of suspects Gonzalo Migueles, Mario Vargas, and Eduardo Lagos during formalization for bribery and money laundering in the Belarus plot, with prosecutor presenting evidence in Santiago, Chile.
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Promotores formalizam suspeitos em trama de Belarus por suborno e lavagem de dinheiro

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O Sétimo Tribunal de Garantia em Santiago iniciou a formalização de Gonzalo Migueles, Mario Vargas e Eduardo Lagos por suborno, lavagem de dinheiro e tráfico de influência na trama de Belarus. A promotora Carmen Gloria Wittwer detalhou pagamentos milionários à ex-ministra da Suprema Corte Ángela Vivanco em troca de decisões favoráveis à Belaz Movitec contra a Codelco. O Ministério Público solicitou prisão preventiva aos réus.

A audiência de formalização começou na sexta-feira às 9h30 no Sétimo Tribunal de Garantia de Santiago. A promotora regional de Los Lagos, Carmen Gloria Wittwer, afirmou que desde 2022 Vivanco e Migueles mantinham amizade com os advogados Vargas e Lagos, que representavam o consórcio Belaz Movitec em uma disputa judicial com a Codelco. Vivanco, como ministra da Suprema Corte, interveio em resoluções favoráveis à Belaz Movitec, violando seus deveres ao não declarar impedimento, forçando a Codelco a pagar US$ 17.176.977.760.

Wittwer revelou três pagamentos: US$ 15.600 em 4 de julho de 2023, entregues diretamente a Vivanco no escritório de Vargas e Lagos após uma decisão de apelação; US$ 14.000 em 18 de dezembro de 2023 a Migueles; e US$ 45 milhões posteriormente, totalizando mais de US$ 69 milhões. Esses fundos vieram de honorários pagos pela Belaz Movitec aos advogados, que os direcionaram a Vivanco e Migueles.

Durante a apresentação, o Ministério Público reproduziu um áudio de uma ligação entre Sergio Yáber e Claudio Barrena, onde Yáber afirma: “esse cara passou alguns maços de dólares para Ángela, pelo assunto do consórcio Belaz Movitec”. Yáber acrescenta: “Quer dizer, todos sabemos que aqueles dois caras eram subornadores”. Eles também discutiram a abertura do sigilo bancário de Vivanco e Migueles e transações com notários como Yamil Najle.

As defesas de Vargas e Lagos contestaram a intervenção da Codelco como vítima, argumentando que nenhuma queixa foi apresentada. O representante da Codelco, Julián López, defendeu o direito de serem ouvidos, notando uma perda de quase 20 milhões de dólares. O tribunal permitiu a intervenção da Codelco como vítima. O Ministério Público busca prisão preventiva para os três réus, citando a gravidade dos crimes.

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