O secretário-geral do CNA, Fikile Mbalula, pediu que o embaixador dos Estados Unidos, Leo Bozell III, enfrente disciplina diplomática após comentários que violaram o protocolo, pelos quais Bozell se desculpou. Falando em uma marcha do CNA em Joanesburgo no Dia dos Direitos Humanos, Mbalula enfatizou o compromisso da África do Sul com sua soberania.
Durante a marcha do Congresso Nacional Africano (CNA) em Joanesburgo, em 21 de março de 2026, como parte das comemorações do Dia dos Direitos Humanos, o secretário-geral Fikile Mbalula dirigiu-se à multidão ao lado de aliados do partido e outros grupos. O evento visava defender a soberania e as conquistas democráticas da África do Sul desde 1994. Mbalula declarou que o CNA monitoraria de perto o embaixador dos EUA, Leo Bozell III, que havia sido alvo de um protesto diplomático (demarche) por comentários vistos como uma violação do protocolo diplomático. Desde então, Bozell emitiu um pedido de desculpas por esses comentários. Mbalula insistiu na aplicação de medidas diplomáticas, traçando paralelos com ações anteriores contra outros enviados. 'Ele deve ser submetido à disciplina diplomática. Não é uma questão de estar preocupado com ele. Nós lidamos com o embaixador israelense, que estava cruzando os limites diplomáticos entre os países, indo para o Cabo Oriental, fazendo o que bem entendia em nosso país. Nós lhe mostramos a porta, minando nosso Estado. Nós não fazemos isso em outros países. Se o fizéssemos, seríamos igualmente submetidos às mesmas regras. A América não pensou duas vezes quando expulsou o embaixador Rasool', disse Mbalula. Ele afirmou que a África do Sul persistirá com políticas que promovam a transformação. Tweets de Mbalula e do CNA destacaram a unidade disciplinada da marcha e a determinação em proteger a democracia e os direitos.