No dia 5 de março de 2026 — o sexto dia da guerra EUA-Irã que começou com ataques dos EUA e de Israel em 28 de fevereiro — a mistura de petróleo de exportação mexicana atingiu $75,24 por barril, o mais alto desde julho de 2024. O bloqueio do Estreito de Ormuz pelo conflito impulsionou uma alta diária de 7%, superando as previsões em 37%. Cada dólar extra pode trazer bilhões em receita para o México, dizem analistas.
A guerra EUA-Irã, iniciada por ataques dos EUA e de Israel que mataram o Líder Supremo do Irã, Aiatolá Ali Jamenei, por volta de 28 de fevereiro a 2 de março, escalou com o Irã bloqueando o Estreito de Ormuz — uma artéria vital para os fluxos globais de petróleo. No dia 5 de março, a Petróleos Mexicanos relatou a mistura de exportação fechando em $75,24 por barril, alta de 7% em relação ao dia anterior e não vista desde 18 de julho de 2024. Isso excede em 37% a previsão da Secretaria de Finanças para 2026 de $54,90. Finance Secretary Edgar Amador noted that at a $57,80 reference, each additional dollar yields 13,1 bilhões de pesos extras. A Moody’s Ratings destacou que as taxas de petroleiros muito grandes saltaram para acima de $350.000 diários a partir de $200.000 em 27 de fevereiro, embora as reservas sejam escassas. A agência antecipa semanas de disrupção, mas retomada eventual para acessar os estoques dos importadores. Os benchmarks globais subiram: WTI para $80,85 (+8,29%) e Brent para $85,30 (+4,79%) às 13:20. O Irã reivindicou um ataque a um petroleiro no Golfo Pérsico, com o tráfego em Ormuz caindo mais de 95% (Bloomberg). A IEA alertou sobre alternativas limitadas aos 15 milhões de barris por dia de petróleo e 5 milhões de produtos refinados do estreito. O peso mexicano caiu 1,31% para 17,79/USD (Banxico), ou 18,20 nos bancos, em meio à aversão ao risco. A Pesquisa Citi elevou sua previsão para o final de 2026 para 18,18/USD com crescimento do PIB de 1,5%. Isso se soma a surtos anteriores, como o pico de $66,63 da mistura em 2 de março em meio a ameaças iniciais de retaliação.