Após os ataques iniciais dos EUA e de Israel ao Irã em 28 de fevereiro de 2026, ataques de fim de semana teriam morto o aiatolá Ali Jamenei, levando a Guarda Revolucionária iraniana a ameaçar fechar o Estreito de Ormuz. A mistura de exportação do México atingiu $66.63 por barril em 2 de março — o mais alto em sete meses — enquanto os mercados globais reagiram com aversão ao risco; o México ativou um plano de contingência para preços da gasolina.
O conflito intensificou-se no fim de semana de 1-2 de março com ataques dos EUA e de Israel matando o líder supremo do Irã, aiatolá Ali Jamenei, e outros funcionários, segundo analistas como Gabriela Siller, do Banco Base. A Guarda Revolucionária iraniana retaliou ameaçando fechar o Estreito de Ormuz — um ponto de estrangulamento para 20-30% do comércio marítimo global de petróleo — e anunciou: “Não permitiremos que uma única gota de petróleo saia da região. Incendiaremos qualquer navio que tente atravessar.” A Guarda atacou o petroleiro 'Athens Nova' com drones e lançou 26 drones mais 5 mísseis balísticos contra Kuwait, EAU, Bahrein e o estreito. As vítimas incluem 10 mortes em Israel e mais de 550 no Irã (Crescente Vermelho); Israel negou ataques ao escritório de Netanyahu como propaganda. Os preços do petróleo dispararam: a mistura de exportação do México subiu 5% para $66.63/bbl (de $63.46), WTI subiu 6.28-6.43% para $71.23-71.33, Brent subiu 7.27-8.32% para $78.17-78.95. Especialistas como Jorge León (Rystad Energy) preveem que o Brent possa subir mais $20 se as interrupções durarem 1-2 semanas; Neil Crosby (Sparta) alerta para impactos nas cadeias de suprimento. A presidente do México, Claudia Sheinbaum, anunciou um plano da Secretaria de Finanças para reduzir o imposto IEPS (atualmente 6.7001 pesos/litro Magna, 5.6579 Premium, 7.3634 diesel) para proteger os preços da gasolina e a inflação. Os mercados adotaram postura avessa ao risco: peso em 17.2853/USD (-0.31%), Dow -1.06%, Nasdaq -0.99%, S&P 500 -0.43%, VIX +20%, com quedas na Europa/Ásia e em moedas emergentes. Sheinbaum afirmou não haver problemas imediatos e planeja conversas com Finanças.