O Partido Socialista e a Frente Ampla criticaram a atuação policial em uma mobilização estudantil em Santiago. A marcha, convocada pela CONFECH, resultou em 35 prisões e vários feridos.
Cerca de 4.500 pessoas participaram na quarta-feira na Alameda de um protesto contra a megarreforma do governo de José Antonio Kast, o projeto Escolas Protegidas e os cortes na educação. As autoridades relataram distúrbios e prisões. O Partido Socialista divulgou uma nota expressando sua “profunda preocupação e rejeição ao uso excessivo de força pelos Carabineros”. O secretário-geral em exercício, Arturo Barrios, disse que “este é um governo que está polarizando o Chile” e que o país está “voltando a tempos que pensávamos ter superado”. Pela Frente Ampla, a presidente Constanza Martínez acusou a autoridade de mudar o trajeto no último minuto e causar “repressão excessiva”. O secretário executivo Simón Ramírez lembrou que o governo deve garantir as condições para que as mobilizações ocorram de forma pacífica.