Em um episódio recente do podcast da Slate, o Rep. Adam Smith, membro principal do Comitê de Serviços Armados da Câmara, aborda as dificuldades da supervisão congressional em meio às dinâmicas políticas atuais. Ele destaca exemplos como ataques à Venezuela e operações da ICE em Minneapolis para ilustrar como a supervisão diminuiu em função. Smith, representante do Nono Distrito de Washington, compartilha suas visões sobre o que o Congresso e os democratas podem fazer em seguida.
O Rep. Adam Smith, membro democrata principal do Comitê de Serviços Armados da Câmara, apareceu no podcast 'What Next' da Slate em 14 de janeiro de 2026, para discutir o estado da supervisão congressional. Como representante do Nono Distrito Congressional de Washington, Smith enfatizou o papel do comitê em supervisionar o Departamento de Defesa, ao qual continua se referindo pelo nome tradicional apesar dos debates em andamento. O episódio, apresentado por Mary Harris, explora como a supervisão eficaz se tornou desafiadora no ambiente político atual. Smith aponta instâncias específicas, como ataques militares à Venezuela e surtos de atividades de Imigração e Alfândega (ICE) em Minneapolis, para demonstrar que a supervisão não é mais uma função primária do Congresso. 'A supervisão não é uma função chave do Congresso hoje em dia', observa ele, destacando os apelos internos por reforma vindos de dentro da própria Câmara. Produzido por Elena Schwartz, Paige Osburn, Anna Phillips, Madeline Ducharme e Rob Gunther, o podcast faz parte da série diária de notícias da Slate destinada a dar sentido aos ciclos de notícias avassaladores. As percepções de Smith vêm em um momento em que os democratas buscam estratégias para navegar uma estrutura governamental cada vez mais ingovernável. A discussão fornece uma janela para caminhos potenciais adiante para a accountability legislativa e respostas democratas nas sessões futuras.