Peter Ndambuki obteve sucesso com sua fazenda de mamão Solo F1 em Ngwata, Kambu, condado de Makueni, onde terras férteis sustentam colheitas diversas. Ele superou o solo rochoso e a escassez de água cavando um poço e usando irrigação por gotejamento. Suas conquistas demonstram o potencial das sementes modernas para aumentar a renda e enfrentar desafios climáticos.
Em Ngwata, Kambu, condado de Makueni, perto do Parque Nacional Chyulu, Peter Ndambuki estabeleceu uma fazenda moderna de mamão Solo F1. Ele possui mais de 400 árvores saudáveis graças ao controle eficaz de doenças. Escolheu esta variedade por sua resistência ao clima severo e maturação rápida. Antes de começar, Ndambuki descobriu que o solo local era rochoso e duro, impedindo a penetração das raízes. «Isso porque a área de Kambu está cheia de grandes rochas que tornam o solo tão duro que as raízes das plantas não conseguem penetrar entre o solo», diz ele. Obteve solo vermelho profundo e fértil das colinas de Chyulu, misturando sementes limpas com esterco. A variedade Solo F1 oferece bom sabor e cor amarela que atrai compradores, ao contrário dos mamões locais que às vezes são amargos. Amadurece em apenas cinco meses, com cada árvore produzindo 100-150 frutos pesando 500-700 gramas. As colheitas ocorrem duas vezes por ano. A fazenda recebe água duas ou três vezes por semana via irrigação por gotejamento, além de pesticidas contra pragas ocultas. Ele poda galhos para melhor circulação de ar e luz solar. O que começou como um experimento agora fornece boa renda e transformou sua vida. Ele usa grupos de agricultores online para conhecimento e acesso ao mercado. A maioria dos compradores vem dos condados de Machakos, Nairobi, Mombasa, Kilifi e Lamu. Ndambuki incentiva os agricultores de Ngwata a adotarem sementes modernas para renda e resiliência climática. Seu principal desafio é atender à demanda crescente na época da colheita.