África do Sul perde mais de 6 mil professores anualmente em meio a uma crise de retenção

A África do Sul perdeu mais de 32 mil professores nos últimos cinco anos, com uma média de mais de 6 mil deixando a profissão a cada ano. Um programa de bolsas oferece agora mentoria e apoio para ajudar novos educadores a lidar com as pressões da sala de aula. Dados mostram que os pedidos de demissão representam a grande maioria dessas saídas.

De acordo com números apresentados no parlamento pela Ministra da Educação Básica, Siviwe Gwarube, 30.992 professores pediram demissão nos últimos cinco anos, enquanto 1.245 foram demitidos. Mais da metade dos alunos do ensino fundamental estuda hoje em turmas com mais de 40 crianças, mesmo com 12.700 professores qualificados desempregados.

Pesquisas da Universidade de Stellenbosch indicam que quase metade dos professores atuais da rede pública cogita deixar a profissão na próxima década. As pressões comuns incluem carga horária excessiva, demandas administrativas, baixos salários e esgotamento emocional.

O Jakes Gerwel Fellowship oferece treinamento em sala de aula, redes de apoio entre colegas e acesso a aconselhamento para professores em início de carreira. O diretor executivo Banele Lukhele afirmou que sistemas de apoio estruturados são amplamente inexistentes na África do Sul.

Os professores Bayanda Jwara e Ronell Mohlala descreveram a transição do treinamento para o trabalho em tempo integral como avassaladora, citando a falta de integração e de recursos de saúde mental. Ambos creditaram à bolsa o apoio que os ajudou a permanecer na profissão.

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