As libertações continuam após a detenção de Nicolás Maduro nos EUA (ver cobertura anterior), o embaixador dos EUA na Argentina Peter Lamelas exigiu a liberdade para presos políticos venezuelanos e agradeceu ao presidente Javier Milei, Donald Trump e Marco Rubio pelo apoio. Isso segue anúncios de libertações unilaterais, embora a oposição questione o progresso, enquanto a Venezuela liberta mais estrangeiros.
Numa publicação no X, o embaixador dos EUA na Argentina Peter Lamelas apelou à libertação de presos políticos na Venezuela, criticando a falta de soberania na era Maduro e elogiando a oportunidade de autodeterminação. «Os Estados Unidos e a Argentina defendem um Hemisfério Ocidental seguro e livre... Reafirmamos o nosso apoio à libertação de reféns e presos políticos detidos injustamente», escreveu, agradecendo aos presidentes Trump e Milei, e ao senador Rubio. Os anúncios seguem o gesto unilateral de paz do presidente da Assembleia Nacional Jorge Rodríguez para libertar prisioneiros em meio às pressões após a detenção militar de Maduro nos EUA. O líder da oposição Edmundo González Urrutia expressou dúvidas, notando implementação mínima apesar das promessas. A 19 de janeiro, a Venezuela libertou mais sete detidos: três alemães (Oleg Ziesmann, detido a 7 de janeiro de 2025; Gunter Sandau, 7 de novembro de 2024; Pascal Dominik Burton, 4 de julho de 2025), três nacionais holandeses e um panamiano. Em separado, a presidente interina Delcy Rodríguez reuniu-se com o diretor da CIA John Ratcliffe para fortalecer os laços com os EUA. Estes somam-se às libertações anteriores de figuras da oposição e nacionais espanhóis anunciadas a 8 de janeiro (ver cobertura da série).