A oposição venezuelana confirmou a libertação de 22 presos políticos — incluindo líderes da oposição, ativistas e estrangeiros — ampliando os lotes iniciais reportados no início desta semana. Impulsionadas pela pressão dos EUA após a captura de Nicolás Maduro, as medidas incluem espanhóis e outros, com esperanças contínuas para os argentinos Nahuel Gallo e Germán Giuliani. As negociações diplomáticas com Washington avançam em meio a apelos por libertações mais amplas.
Após o anúncio de 8 de janeiro das libertações iniciais de presos políticos (ver cobertura anterior), a Plataforma Unitária Democrática da oposição venezuelana confirmou no sábado a liberdade de 22 indivíduos, incluindo quatro espanhóis — Andrés Martínez Adasme, José María Basoa, Miguel Moreno Dapena e Ernesto Gorbe Cardona — mais Biaggio Pillieri, Alejandro Rebolledo, Larry Osorio, Alfredo e Franklin Alvarado, Antonio Gerardo Buzzeta Pacheco e Yanny González. Foro Penal verificou nove libertações iniciais, incluindo a espanhola-venezuelana Rocío San Miguel, Enrique Márquez e o ativista Virgilio Laverde (ligado ao partido de María Corina Machado). Edmundo González Urrutia criticou o ritmo, afirmando que 48 horas após o anúncio, o progresso não chegara a 1% das excarceraciones prometidas. A mãe de Nahuel Gallo expressou dor pela falta de atualizações sobre o filho, detido há mais de um ano, em meio a dúvidas. O Foro Penal estima agora 811 presos políticos restantes, incluindo 87 estrangeiros como Gallo e Germán Giuliani. A Anistia Internacional considerou as libertações 'insuficientes' e instou o fim da repressão. Os EUA cancelaram ações planeadas adicionais, creditando as libertações, e retomaram negociações para reabrir embaixadas fechadas desde 2019. O presidente Trump disse: 'Eu amo o povo venezuelano e já estou a tornar a Venezuela rica e segura novamente.' Diplomatas dos EUA visitaram Caracas, enquanto os espanhóis libertados chegaram a Madrid, levando o rei Felipe VI a apelar por uma 'verdadeira transição democrática'. Itália acolheu a libertação dos seus dois cidadãos como um passo de pacificação.