Uma professora e ativista de escola pública da Califórnia pode enfrentar processo judicial se seu recente casamento com um homem em Gaza for considerado fraudulento, informou o Serviço de Cidadania e Imigração dos EUA (USCIS).
O porta-voz do USCIS, Zach Kahler, afirmou que indivíduos envolvidos em tais casamentos devem esperar ser descobertos e processados. A lei federal prevê penas de até cinco anos de prisão e uma multa de 250.000 dólares por fraude matrimonial.
Laura Pinho, uma professora de dança de Los Angeles afiliada ao grupo CODEPINK, casou-se com Salem S.E. Abu Amra em 5 de abril, em Utah. Durante um webinar em 16 de junho, ela descreveu o casamento como uma forma de usar sua cidadania americana para igualar as oportunidades para o homem.
Pinho mais tarde negou que o casamento tivesse fins imigratórios, dizendo que está perdidamente apaixonada pelo marido. Seu ex-companheiro, Derek J. Reid, disse aos repórteres que não tinha conhecimento prévio do casamento e expressou preocupações sobre seu ativismo.
O advogado de imigração Michael Wildes observou que comentários públicos que reconheçam um motivo imigratório poderiam provocar uma investigação federal. O USCIS informou que buscará agressivamente tais casos.