Codelco

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Máximo Pacheco, presidente cessante do conselho da Codelco, fez um discurso de 45 minutos na segunda-feira na assembleia ordinária de acionistas, rebatendo críticas do governo e afirmando que 'a Codelco não está em crise'. Ele se dirigiu ao seu sucessor, Bernardo Fontaine, nomeado pelo presidente José Antonio Kast, e ao ministro de Mineração e Economia, Daniel Mas. Ele insistiu que a estatal continua sendo 'o melhor negócio do Chile'.

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Um total de 648 empresas reportou seus resultados financeiros de 2025 à Comisión para el Mercado Financiero (CMF) na terça-feira, 31 de março, somando lucros de US$ 32,231 bilhões, um aumento de 28,57% em relação ao ano anterior. A Codelco registrou os maiores ganhos, com US$ 2,422 bilhões, impulsionada em parte por seu negócio de lítio. As receitas globais atingiram US$ 373,920 bilhões, com os equivalentes de caixa subindo para US$ 49,667 bilhões.

A empresa chinesa Tianqi, dona de 22% das ações da SQM, apresentou recurso à Corte Suprema contra decisão que confirmou a aprovação apenas pelo conselho do acordo Codelco-SQM. A companhia argumenta que viola a lei de sociedades de Chile e prejudica os direitos dos acionistas minoritários. Tianqi ressalta que não pretende parar o acordo, mas garantir escrutínio legal adequado.

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A Codelco relatou um aumento de 2,1% na produção de cobre nos primeiros nove meses de 2025, alcançando 937.000 toneladas, impulsionado por divisões como Ministro Hales. No entanto, seus lucros consolidados caíram 30%, de US$ 227 milhões em 2024 para US$ 157 milhões este ano. O presidente executivo Rubén Alvarado destacou o crescimento apesar do acidente fatal em El Teniente.

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