Fósseis

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Um osso do pé fossilizado de 75 milhões de anos encontrado em Montana apresenta marcas de mordida de um tiranossauro menor alimentando-se de um parente muito maior. Pesquisadores utilizaram escaneamentos 3D para documentar essa evidência de comportamento de carniçaria. A descoberta, publicada este ano, destaca a alimentação oportunista entre esses antigos predadores.

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Cientistas identificaram uma nova espécie de animal antigo, Tanyka amnicola, a partir de fósseis desenterrados em um leito de rio seco no Brasil. Datado de 275 milhões de anos atrás, este tetrápode basal apresentava uma mandíbula torcida altamente incomum, sugerindo que ele triturava material vegetal. A descoberta lança luz sobre a vida no início do Permiano em Gondwana.

Mais de 700 fósseis da Biota de Jiangchuan, na província de Yunnan, sudoeste da China, datados de 554 a 539 milhões de anos atrás, no final do Ediacarano, incluem parentes primitivos de estrelas-do-mar, vermes-bolota, deuterostômios e outros bilatérios. Liderada pelo Dr. Gaorong Li, da Universidade de Yunnan, a descoberta — após quase uma década de trabalho de campo — desafia a ideia de repentinidade da explosão cambriana ao mostrar que diversas comunidades animais a precederam. Os resultados, publicados na Science (DOI: 10.1126/science.adu2291), apresentam películas carbonáceas excepcionalmente preservadas que revelam detalhes minuciosos, como sistemas digestivos.

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Pesquisadores nomearam uma espécie recém-identificada de dinossauro juvenil como Doolysaurus huhmini, descoberta na Ilha Aphae, na Coreia do Sul. O fóssil, o primeiro do país a incluir partes do crânio, revela um animal do tamanho de um peru que provavelmente tinha uma aparência fofa e uma dieta onívora. As descobertas, lideradas por Jongyun Jung, foram publicadas em 19 de março na revista Fossil Record.

 

 

 

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