Cientistas descobriram mais de duas dúzias de rastros de dinossauros que datam de 132 milhões de anos em um pequeno afloramento rochoso perto de Knysna, na África do Sul. Essas pegadas, as mais jovens já conhecidas no sul da África, indicam que os dinossauros persistiram na região até o início do período Cretáceo. A descoberta desafia lacunas anteriores no registro fóssil local após antigos fluxos de lava.
Pesquisadores do Centro Africano de Paleociência Costeira da Universidade Nelson Mandela encontraram os rastros na Formação Brenton, ao longo da costa do Cabo Ocidental. Durante uma visita no início de 2025, Linda Helm avistou as pegadas em um local com apenas 40 metros de comprimento e cinco metros de largura, frequentemente submerso na maré alta. A equipe, composta por Charles W. Helm, Willo M. Stear, Mark G. Dixon e Fred van Berkel, documentou mais de duas dúzias de impressões, algumas em superfícies planas e outras em cortes transversais de falésias, conforme detalhado no South African Journal of Science em 2026 (122: 1/2).