Paleontologia

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Um fóssil de primata recém-descoberto no norte do Egito, nomeado Masripithecus moghraensis, data de 17 a 18 milhões de anos atrás e pode estar intimamente relacionado aos ancestrais dos símios modernos. Os pesquisadores argumentam que esta descoberta desloca o foco da África Oriental para o norte da África na evolução inicial dos primatas. A espécie fornece percepções importantes sobre a diversidade hominoide durante um período de conexões continentais.

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Pesquisadores da Austrália e da Nova Zelândia descobriram fósseis de 16 espécies, incluindo um novo ancestral do papagaio kākāpō, em uma caverna perto de Waitomo, na Ilha Norte. Os restos mortais, que datam de cerca de um milhão de anos, revelam ondas de extinção causadas por erupções vulcânicas e mudanças climáticas muito antes da chegada dos seres humanos. A descoberta preenche uma lacuna importante no registro fóssil do país.

Nova pesquisa sugere que filhotes de dinossauros tornaram-se independentes rapidamente, formando seus próprios grupos e ocupando nichos ecológicos diferentes dos pais, ao contrário dos mamíferos com cuidados parentais prolongados. Essa distinção pode reformular o entendimento dos ecossistemas mesozoicos. O estudo, liderado por Thomas R. Holtz Jr. da University of Maryland, foi publicado no Italian Journal of Geosciences.

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Pesquisadores do MIT descobriram evidências químicas em rochas com mais de 541 milhões de anos sugerindo que esponjas marinhas antigas estavam entre os primeiros animais da Terra. Os achados, publicados nos Proceedings of the National Academy of Sciences, identificam impressões digitais moleculares que correspondem a compostos de demospongas modernas. Isso se baseia em trabalhos anteriores e confirma que os sinais provêm de fontes biológicas, e não de processos geológicos.

 

 

 

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