Paleontologia

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Realistic depiction of a frozen wolf pup with woolly rhinoceros in its stomach, scientists analyzing ancient DNA for extinction clues.
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Unique DNA analysis of extinct woolly rhinoceros in wolf stomach

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Researchers at the Swedish Centre for Palaeogenetics have analyzed DNA from an extinct woolly rhinoceros found in the stomach of a frozen wolf pup. The discovery, the first of its kind from the Ice Age, provides new clues about the species' extinction. The analysis suggests climate change likely caused the rhinoceros's disappearance rather than human hunting.

Um novo estudo revela que saurópodes jovens, apesar do tamanho massivo de seus pais, eram presas vulneráveis que sustentaram predadores do Jurássico Tardio. Pesquisadores da UCL analisaram fósseis da Pedreira Dry Mesa em Colorado para reconstruir a rede alimentar da era. Essa abundância de refeições fáceis pode explicar por que predadores como Allosaurus prosperaram sem traços de caça avançados.

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Um novo aplicativo de inteligência artificial chamado DinoTracker pode analisar fotos de pegadas fossilizadas de dinossauros para identificar a espécie que as fez, igualando a precisão de especialistas em muitos casos. A ferramenta revelou pegadas semelhantes a patas de aves com mais de 200 milhões de anos, desafiando ideias sobre a evolução das aves. Ela também fornece novas perspectivas sobre pegadas misteriosas da Isle of Skye, na Escócia.

Um novo estudo mostra que a Extinção em Massa do Final do Ordoviciano, há cerca de 445 milhões de anos, não só eliminou 85% das espécies marinhas, mas também abriu caminho para o florescimento dos vertebrados com mandíbula. Pesquisadores do Okinawa Institute of Science and Technology analisaram dados fósseis para demonstrar como refúgios isolados permitiram que esses peixes primitivos se diversificassem após a catástrofe. Esse evento remodelou fundamentalmente os ecossistemas da Terra, influenciando a vida marinha moderna.

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Fósseis desenterrados numa caverna perto de Casablanca, Marrocos, com 773.000 anos, podem representar um parente próximo do ancestral comum partilhado por humanos modernos, neandertais e denisovanos. Descobertos na Grotte à Hominidés, estes restos incluem mandíbulas e vértebras que misturam traços de espécies homininas mais antigas e mais recentes. As descobertas ajudam a preencher uma lacuna significativa no registo fóssil africano da era do Pleistoceno inicial.

Uma equipa de investigadores desenvolveu uma técnica para datar com precisão sítios fósseis analisando urânio e chumbo em cascas de ovos de dinossauros. Este método fornece idades precisas sem depender de minerais circundantes, oferecendo um avanço para a paleontologia. A abordagem foi testada em amostras de Utah e Mongólia, produzindo resultados com precisão de cinco por cento.

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Pesquisadores da Universidade McGill reconstruíram um ecossistema marinho de 130 milhões de anos da Colômbia, revelando predadores que operavam no sétimo nível trófico, superior a qualquer um nos oceanos modernos. Esta descoberta destaca a intensa complexidade dos mares antigos durante o período Cretáceo. Os achados sublinham como a competição impulsionou a evolução da biodiversidade marinha atual.

 

 

 

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