Leucemia

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Lab illustration showing forskolin enhancing daunorubicin chemotherapy against aggressive leukemia cells in University of Surrey research.
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Composto natural pode aprimorar quimioterapia para leucemia agressiva

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Pesquisadores ligados à University of Surrey relatam que a forskolina, um composto derivado de plantas, pode desacelerar o crescimento de células de leucemia mieloide aguda KMT2A-rearranjada no laboratório e aumentar sua sensibilidade ao fármaco quimioterápico daunorrubicina. Os achados, de um estudo publicado no British Journal of Pharmacology, sugerem uma possível maneira de tornar os tratamentos existentes mais eficazes, embora mais pesquisas sejam necessárias antes de qualquer alteração na prática clínica.

Uma nova ferramenta de IA generativa chamada CytoDiffusion analisa células sanguíneas com maior precisão do que especialistas humanos, podendo melhorar diagnósticos de doenças como leucemia. Desenvolvida por investigadores de universidades britânicas, o sistema deteta anomalias subtis e quantifica a sua própria incerteza. Foi treinada com mais de meio milhão de imagens e destaca-se em sinalizar casos raros para revisão.

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Cientistas da University College London e do Great Ormond Street Hospital desenvolveram uma terapia editada por bases chamada BE-CAR7 que usa células T CAR universais para tratar leucemia linfoblástica aguda de células T recidivada ou refratária. Resultados iniciais do ensaio publicados no New England Journal of Medicine e apresentados na Reunião Anual da American Society of Hematology indicam remissões profundas na maioria dos pacientes, incluindo aqueles que não responderam a tratamentos padrão, ao enfrentar desafios de longa data em terapias baseadas em células T.

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