Salário mínimo
Riscos fiscais e medidas anti-inflacionárias após decreto do salário mínimo da Colômbia para 2026
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O Comitê Autônomo da Regra Fiscal (Carf) alerta que o recente aumento de 23% no salário mínimo para US$ 2 milhões —decretado em 30 de dezembro— pode custar US$ 5,3 trilhões em 2026 (0,3% do PIB), complicando a sustentabilidade fiscal. O ministro do Trabalho Antonio Sanguino anunciou planos para desindexar bens-chave do salário e oferecer alívio às PMEs para conter a inflação.
O Senado aprovou nesta terça-feira o reajuste que eleva o salário mínimo para 553.553 dólares, com retroatividade a 1º de maio.
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O DANE reportou uma taxa de desemprego de 10,9 % para janeiro de 2026, a mais baixa na história recente para o primeiro mês do ano, apesar de um aumento de 23 % no salário mínimo. A informalidade caiu para 55 %, e a população empregada cresceu em 324.000 pessoas. No entanto, esses números oficiais estão gerando polarização política.
O governo decidiu negociar apenas com os sindicatos UGT e CCOO sobre o aumento do salário mínimo (SMI) para 2026, após perceber que não pode contar com as associações patronais CEOE e Cepyme. Os especialistas propõem um aumento de 3,1% se permanecer isento de imposto IRPF, elevando-o a 1.221 euros mensais em 14 pagamentos, acima de 60% do salário médio. Este acordo visa cobrir a inflação e impedir que as empresas compensem o aumento através de complementos salariais.
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A Confederação dos Empregadores do México (Coparmex) fornecerá apoio técnico à meta da presidente Claudia Sheinbaum de elevar o salário mínimo a 2,5 vezes o valor da cesta básica alimentar e não alimentar até 2030, com revisões anuais responsáveis. Em Baja California, o salário mínimo aumentará de 419 para 440 pesos diários a partir de 1 de janeiro de 2026. Essa política visa fortalecer as economias familiares e o emprego formal sem comprometer a competitividade.