O chefe de Gabinete Manuel Adorni prepara sua apresentação de 2 de julho enquanto a investigação judicial sobre o crescimento de seu patrimônio continua e o governo admite que o escândalo persiste.
Adorni escolheu se concentrar na preparação de seu relatório de gestão ao Senado, agendado para 2 de julho. O funcionário enfrenta um processo por suposto enriquecimento ilícito conduzido pelo juiz Ariel Lijo e pelo promotor Gerardo Pollicita.
Os tribunais estão examinando despesas de US$ 408.662, dívidas de US$ 335.000 e gastos com cartão de crédito que atingiram 85 milhões de pesos em 2025. As operações incluem a compra de um apartamento em Caballito e reformas em outro imóvel.
O presidente Javier Milei mantém seu apoio explícito a Adorni, que explicou suas divergências patrimoniais com economias não declaradas e investimentos em Bitcoin realizados entre 2014 e 2018. Fontes oficiais reconheceram que, sempre que a controvérsia parecia diminuir, ela surgia novamente.