Um novo estudo indica que medir a apolipoproteína B pode ajudar a prevenir mais ataques cardíacos e derrames do que o teste de colesterol LDL padrão usado por milhões de americanos.
Pesquisadores da Northwestern University modelaram os resultados para 250.000 adultos elegíveis para terapia com estatinas. Eles compararam três estratégias para intensificar o tratamento quando as metas não eram atingidas: LDL abaixo de 100 mg/dL, não-HDL abaixo de 118 mg/dL e ApoB abaixo de 78,7 mg/dL. O método da ApoB preveniu mais eventos cardiovasculares e provou ser rentável para os pagadores do sistema de saúde dos EUA, de acordo com a análise publicada no JAMA. O autor principal, Ciaran Kohli-Lynch, observou que o teste contabiliza as partículas nocivas de forma mais direta do que as medidas convencionais. As descobertas surgem em um momento em que as diretrizes atualizadas incentivam a terapia de redução de colesterol mais precoce. Os coautores incluem John Wilkins e Samuel Luebbe. O estudo recebeu apoio da American Heart Association.