A Câmara dos Deputados do Chile enviou ao Senado o principal projeto de reforma tributária do governo após aprovar suas medidas centrais, incluindo um corte gradual na alíquota do imposto corporativo de 27% para 23%.
Em uma sessão que durou mais de quatro horas no dia 20 de maio de 2026, a Câmara dos Deputados aprovou a ideia de debater a reforma tributária de reconstrução e desenvolvimento econômico por 90 votos a favor e 59 contra.
O governo obteve apoio de sua coalizão e do Partido da Gente para avançar medidas fundamentais inalteradas, como a redução do imposto corporativo, a ser aplicada gradualmente até 2029, e a reintegração total do sistema tributário até 2031.
O ministro da Fazenda, Jorge Quiroz, descreveu o resultado como um apoio histórico e agradeceu aos legisladores do PDG e do Partido Libertário Nacional pelo apoio.
A oposição anunciou reservas constitucionais em vários artigos e rejeitou medidas como a eliminação da franquia tributária Sence, enquanto senadores do Partido Socialista, Partido Comunista, Frente Ampla e Partido pela Democracia sinalizaram que rejeitarão a ideia de debate do projeto na casa alta.