Uma semana após as reuniões iniciais do PDG sobre a megarreforma do presidente José Antonio Kast, seu governo esclareceu que o novo acordo com o Partido de la Gente (PDG) para aprovar o megaproyecto de Reconstrucción Nacional exclui a prometida alíquota de 12,5% para PMEs — deixando-a para um futuro projeto de lei —, o que gerou uma breve reação negativa antes da resolução. As tensões persistem com o Partido Nacional Libertario.
Após os debates internos do PDG e conversas iniciais com ministros (conforme relatado em coberturas anteriores), o governo anunciou um acordo com a bancada do PDG para avançar com a megarreforma. O ministro do Interior, Claudio Alvarado, esclareceu no T13 que o pacto se concentra em reembolsos de IVA para fraldas e medicamentos para idosos via carteira eletrônica, e não na alíquota de 12,5% para PMEs.
"O acordo com o Partido de la Gente segue uma linha diferente dos 12,5% para as PMEs", disse Alvarado, reiterando a promessa de campanha de Kast de manter a alíquota (a lei atual expira em 2027). Isso gerou indignação no PDG: o líder da bancada, Juan Marcelo Valenzuela, criticou o desrespeito aos acordos, a deputada Pamela Jiles ameaçou fazer oposição e Franco Parisi alertou que os votos não estavam garantidos.
O ministro da Fazenda, Jorge Quiroz, confirmou que o corte de impostos viria em um projeto de lei separado, com benefícios adicionais para PMEs, como créditos de emprego (reduzindo impostos para 7% ou 0%). O presidente Kast reuniu-se com empresários no La Moneda. Alvarado reiterou: "A alíquota é e continuará sendo 12,5%, apenas o cronograma será posterior." Parisi aceitou, declarando o assunto "superado".
Enquanto isso, os libertários do PNL, excluídos das discussões sobre PMEs, abstiveram-se na votação do itinerário, enviando o projeto para as comissões. Alvarado convidou Johannes Kaiser para conversas, e Quiroz prometeu sua inclusão em uma mesa técnica.