Chilean gas station showing historic fuel price hikes after government decree on Mepco, with queues of drivers and La Moneda palace in background.
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Governo neutraliza o Mepco e leva preços dos combustíveis a máximas históricas

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O governo de José Antonio Kast emitiu decretos alterando o Mepco, permitindo aumentos históricos nos preços da gasolina e do diesel a partir de 26 de março. A medida responde à disparada dos preços do petróleo devido à guerra no Irã e ao aperto fiscal, com medidas de alívio para querosene e transportadores. O Congresso aprovou o projeto após negociações que isentaram pequenas e médias empresas (PME) de impostos mais altos.

No dia 25 de março, o Ministério da Fazenda publicou no Diário Oficial decretos ajustando os parâmetros do Mepco, neutralizando-o temporariamente. Isso repassa integralmente a alta nos preços internacionais do petróleo, com a gasolina subindo $370 por litro e o diesel $580, conforme previsões da Enap para quinta-feira, 26 de março. O ajuste encurta o período de preço de referência de 21 para 4 semanas, elevando o componente do imposto variável para quase zero por metro cúbico, citando a incapacidade fiscal de subsidiar ainda mais em meio a custos semanais de US$ 160 milhões, segundo Tomás Bunster, chefe de Regulação Econômica da Fazenda. O economista Jorge Hermann apoiou a revisão do Mepco para a neutralidade fiscal de médio prazo: “O Mepco tem que ser aperfeiçoado (...) ele tem bastante flexibilidade para ser manipulado”, relembrando o uso feito por Mario Marcel em 2022, que custou mais de US$ 2 bilhões aos cofres públicos. Na Câmara, o projeto de mitigação — que reduz os preços do querosene e oferece bônus para taxistas e vans escolares — foi salvo pelos votos do DC e do PPD após os impactos nas PMEs serem apontados pelas equipes de Jorge Brito (FA) e Daniel Manouchehri (PS). O ministro da Fazenda, Jorge Quiroz, concordou em isentá-las dos limites de crédito de IVA sobre o diesel, após a intervenção do ministro do Interior, Claudio Alvarado. Uma polêmica surgiu após publicações oficiais sobre um “Estado em falência”, que foram excluídas após críticas de Quiroz (“Eu nunca usaria essa palavra”) e da presidente do Banco Central, Rosanna Costa, que criticou o termo no Ipom de março, prevendo menor crescimento e maior inflação devido ao choque. A Controladoria oficiou a Segegob sobre o uso de recursos. A oposição, como Lorena Fries (FA), exige uma sessão especial contra a “indolência”.

O que as pessoas estão dizendo

As discussões no X focam na neutralização do mecanismo Mepco pelo governo chileno, causando aumentos históricos nos preços dos combustíveis em meio a restrições fiscais e à alta do petróleo devido à guerra no Irã. Usuários debatem a narrativa oficial de 'estado em falência', com a Controladoria investigando as comunicações governamentais e ministros como Quiroz optando pelo termo 'situação fiscal deteriorada'. Defensores destacam o alívio para o querosene e o transporte, enquanto culpam a má gestão fiscal anterior; críticos ironizam as inconsistências e exigem responsabilidade. O alto engajamento de autoridades, jornalistas e figuras públicas demonstra reações polarizadas, porém pragmáticas.

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