Com base na dominância de 2025, com mais de 90% de quota de mercado global, robôs humanoides chineses atraíram grande atenção na CES e no Gala do Ano Novo Lunar da China no início de 2026. O Optimus da Tesla permanece em produção limitada em meio a atrasos, com implantação em massa prevista para 2027 ou depois. O analista Lian Jye Su destaca a escala manufatureira da China, ao mesmo tempo em que aponta as vantagens dos EUA em software na competição cada vez mais acirrada.
Desde o início de 2026, os robôs humanoides chineses têm dominado as manchetes globais, com destaque na Consumer Electronics Show em Las Vegas e na Gala da Primavera do Ano Novo Lunar. Isso segue seu desempenho dominante em 2025, quando empresas como Unitree e Agibot lideraram as vendas com apoio de políticas de Pequim. Os dados são da Omdia. O analista da Omdia Lian Jye Su, em entrevista ao Rest of World em 25 de fevereiro de 2026, atribuiu a vantagem da China a décadas de excelência em manufatura de alto nível, reforçada por iniciativas como Made in China 2025 e o 14º Plano Quinquenal. Essas impulsionaram não apenas a robótica, mas também os VE e o setor solar. Investimentos em IA — de modelos fundamentais a chipsets — e a demanda de empresas estatais aceleram ainda mais o progresso. A Tesla, reconhecendo as empresas chinesas como suas rivais mais duras, tem o Optimus em produção limitada em sua fábrica de Fremont. Os robôs treinam para turnos de 12 horas via uma 'Optimus Academy', usando simulações e tarefas do mundo real. Su enfatizou as vantagens dos EUA em inovação de hardware e software, com a liderança dependendo da escala de produção, benchmarks técnicos, investimentos e parcerias. Su descartou temores de bolha, comparando o setor ao início da IA, onde a coleta de dados precede os lucros. Elon Musk prevê que o Optimus aborde a escassez de mão de obra e até cirurgias até 2030, potencialmente liberando receitas massivas à medida que a Tesla escala a produção.