Vários pilotos de Fórmula 1 receberam punições por excesso de velocidade no pitlane durante o Grande Prêmio de Mônaco devido a pequenas infrações de menos de um quilômetro por hora. A FIA revisou seus sistemas e concluiu que o problema decorreu do fato de os pilotos cortarem levemente a entrada do pitlane, e não de erros de medição. A direção de prova havia alertado as equipes sobre o risco antes da largada.
As punições afetaram pilotos como Oscar Piastri, George Russell, Franco Colapinto e Pierre Gasly, com alguns excessos tão pequenos quanto 0,1 km/h. Lewis Hamilton também recebeu uma punição de cinco segundos, mas ainda assim terminou em segundo lugar. A FIA não encontrou irregularidades em seus equipamentos de cronometragem após a corrida. Os comissários acreditam que a medição começou quando a roda dianteira esquerda entrou na via rápida, o que ocorreu quando os pilotos fizeram um atalho na curva da entrada do pitlane. Hamilton disse na coletiva de imprensa pós-corrida que ficou chocado com sua punição e a atribuiu à trajetória feita na entrada do pitlane, um caminho usado por anos. O chefe da equipe McLaren, Andrea Stella, observou que a equipe aconselhou Piastri a evitar cortar demais o caminho depois que o problema ficou claro. A Alpine solicitou um direito de revisão, com Pierre Gasly alegando ter sido impedido de conquistar um lugar no pódio. A FIA havia orientado as equipes previamente a utilizarem uma trajetória de entrada mais aberta.